Publicado na Edição 93

31 DEZ 2021 - 11:25

 

A política econômica do governo está correta e é uma pena que

esteja enfrentando tantos adversários em um jogo bastante viciado

 

 

Fim de ano é sempre tempo de usar a balança, renovar a esperança e fortalecer a confiança. Hora também de arrumar armários, limpar gavetas e vestir cores que — acreditam muitos — ajudam a concretizar antigos desejos e aspirações. Descontado o teor de superstição, nada há de errado com esses hábitos, nem com o fato de se os replicar para o campo das relações econômicas. Afinal, também na economia, a esperança, a exemplo da fé, pode mover montanhas, desde que fundamentada em ações concretas e não em crenças incorretas.

Publicado na Edição 90

10 DEZ 2021 - 11:33

A terapia da Escola Austríaca é antipática, mas é a única que
funciona. Enquanto as cadeias de produção estiverem se reorganizando,
é preciso subir as taxas de juros e cortar despesas
Publicado na Edição 86
12 NOV 2021 - 10:15 
 
 
Para a fauna politicamente correta, se fulano pensa diferente do que
a galera dos bonzinhos considera ser o certo, precisa ser eliminado

Publicado na 

EDIÇÃO 88, DE 26 NOV 2021 - 11:22

 

Enquanto não acontecer a reforma imprescindível do modelo político, precisamos festejar cada quilômetro de avanço na estrada da prosperidade

“Em países diferentes as instituições serão diferentes, mesmo fundadas em leis iguais.
Talvez que, se as Constituições tivessem tido redações dessemelhantes, os resultados se

assemelhassem. Importa, pois, apurar a diferença, isto é, a razão pela qual os países da

América Ibérica diferem, quanto à política, dos Estados Unidos.”
João Camilo de Oliveira Torres

 

O leitor já deve ter deparado com críticas (geralmente formuladas por quem gosta de se apresentar como liberal ou conservador) à lentidão das reformas estruturais prometidas pelo governo federal e amplamente endossadas pelos eleitores em 2018. Certos avaliadores chegam a colocar em dúvida as reais intenções do presidente Jair Bolsonaro de promover as mudanças necessárias ao encolhimento do Estado e de sua ingerência nas atividades econômicas. Até acusam o seu “Posto Ipiranga”, o ministro Paulo Guedes, de renegar o conhecido passado de liberal convicto. Ele, que foi aluno de Milton Friedman e de uma plêiade respeitável de economistas que ensinavam na Universidade de Chicago nos anos 1970.

Publicado na edição 82

15 OUT 2021 - 11:06

 

A pandemia tem sido um bode expiatório recorrente, utilizado
por muitos governos para abrir as torneiras dos gastos

Há poucos dias, o presidente Joe Biden declarou, em meio a uma chuva de críticas ao antecessor Donald Trump e aos republicanos, que não pode afastar a possibilidade de um calote na dívida do país. Enfatizou que é necessário aumentar o limite de endividamento do Tesouro, que demarca até quanto pode tomar emprestado para honrar suas obrigações, como pagamentos de juros e benefícios sociais.