Blog do Bira

02|2022|15/01/22

 

O pré-candidato do PT e seu séquito de puxa-sacos vêm revelando diariamente, sem qualquer pingo de pudor – descaradamente! – o que pretendem fazer caso o seu bando, por escolha infeliz dos brasileiros ou por algum outro mistério insondável das urnas, retornar ao poder. Olhe bem: se você não pensou nisso ainda, é bom ficar esperto. São declarações explícitas de que rasgarão sem cerimônia a Constituição em nome de sua “democracia” nada democrática, para afundar o Brasil no totalitarismo socialista e de que mandarão às favas qualquer amor pelo nosso país, que será apenas mais um membro da “Pátria Grande” que povoa seus desejos doentios.

As intenções que vêm anunciando são claríssimas (fora as que ainda vão divulgar, ou que simplesmente vão impor, sem qualquer aviso e à revelia do povo) e configuram a rejeição de todo e qualquer respeito às liberdades individuais. Eis algumas:

(1) revogação do teto de gastos, da reforma trabalhista e da autonomia do Banco Central; (2) reestatização de empresas estatizadas pelo governo atual; (3) extinção do programa de desestatização; (4) censura da internet e da mídia em geral, com o nome de fantasia de “regulação”; (5) tentativa de cooptação das Forças Armadas, a exemplo do que foi feito na Venezuela; (6) tributação de “grandes fortunas” (com exceção das próprias, naturalmente); e (7) retorno à política externa de alianças e subserviência às ditaduras de esquerda da América Latina e do resto do mundo.

Além disso, é de se supor que, caso voltem ao poder, vão acelerar suas conhecidas agendas, como a introdução da ideologia de gênero goela abaixo da população; o racismo fantasiado de “resgate histórico”; o feminismo radical; a abolição da história da nossa nação; a bandidolatria, com suas audiências de custódia, liberações de preços, visitas “íntimas”, “saídas” e “furtos por necessidade”; os ataques à família; a legalização do aborto; a desmilitarização das polícias; os ataques ao conservadorismo, ao Cristianismo e ao Judaísmo; a radicalização do politicamente correto; o uso da linguagem neutra; a rejeição à economia de mercado; as práticas sindicalistas e outras aberrações.  

Temos o dever de mostrar para quem ainda se ilude com essa gente que no final deste ano a escolha não será só entre dois candidatos, um de “direita” e outro de “esquerda”, mas se valorizamos de fato nossa liberdade ou se vamos aceitar ser escravizados por uma ideologia desumana. Isso vale também para deputados, senadores e governadores. Temos que rejeitar os esquerdistas. Falar em “terceira via” é burrice. Certos liberais e conservadores metidos a espertos têm o direito de não gostar de Bolsonaro, porém, prioritariamente, têm o dever de amar o Brasil e, obviamente, de lutar pela preservação da própria liberdade.

 

Instagram: @ubiratanjorgeiorio